Monodia Luís M. Alves

Compositor, Músico, Ensaísta, Investigador do CES, Professor na ESML

Monodia Luís M. Alves

29 de Agosto 2008
in Público, suplemento
Monodia Luís M. Alves, in Público, suplementoA publicação do CD com obras de Pinho Vargas é, simples e claramente, um dos grandes acontecimentos do capítulo, ainda curto, da história da edição discográfica de música inventada por portugueses. E até em aspectos de complementaridade ao que se ouve, menos ou mais marginais: respectivamente, a fotografia da capa (de Isabel Pinto, mais uma vez) e o fascinante texto do próprio Pinho Vargas que acompanha do disco.

As obras aqui reunidas compreendem um período que se estende desde 1986 a 1994. E o que, ao longo de quase uma hora, nos possui, nos devora, é precisamente o que decorre da compreensão da evidência do que é a essência da comunicação através da música, ou seja, a apropriação do espaço/tempo real de quem escuta para o transformar numa irremediável anulação de outras dimensões físicas numa absoluta mobilização dos sentidos para reagirem aos estímulos da percepção sonora.
Aprisionado que esteja o espírito e o corpo pelas teias de uma narração protagonizada por sucessões, cruzamentos e simultaneidades de sons, então as expectativas e as emoções, até mesmo as noções de efemeridade e eternidade, transferem-se para planos de imersão numa realidade-outra onde todos os valores, todas as lógicas, todas as pulsações, todos os níveis de (re)conhecimento se confinam à vida própria dos sons, emergindo do silêncio, a ele regressando depois de gritar a sua liberdade.
É isto que acontece com o disco de António Pinho Vargas. Dissecar os porquês desta magia seria arrogante e inútil. Aliás, acredito que o próprio compositor não gostaria que a intromissão racionalizante numa alquimia eminentemente sensorial pudesse destruir o mais puro prazer de ser enfeitiçado pelos mistérios da escuta.
Luís M. Alves, in Público, suplemento "Zoom"

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Monodia Luís M. Alves

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